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Lei do 'é proibido fumar'
fica mais rigorosa em Maringá
O projeto volta ao plenário nesta quinta-feira,
para votação da redação final - na prática,
a formatação aprovada na terça-feira não
deve mudar; depois, segue para sanção - ou veto - do prefeito A proposta de alteração foi feita pela autora da lei, a vereadora Marly Martin (DEM) e já foi aprovada quanto à legalidade e ao mérito. Na sessão de sta quinta-feira, a partir das 18 horas, os vereadores vão votar a redação final das alterações. As alterações abrangem dois pontos. No caso de ambientes fechados, os locais destinados aos fumantes não terão mais de ser completamente isolados e internos. Se sancionada, a lei determinará que esses lugares reservados sejam ao ar livre, em uma área sem cobertura e, também, distantes das portas e janelas do estabelecimento, a fim de que a fumaça não entre na área fechada, onde estão os não-fumantes. A segunda alteração acrescenta uma sanção no artigo 6º da lei. Depois de ser multado duas vezes, o estabelecimento terá o alvará de funcionamento suspenso, caso desobedeça novamente às determinações - entre as quais está a proibição do uso de fumígenos por parte dos clientes, que também podem ser multados, em locais coletivos fechados; nos lugares onde se preparam e se vendem alimentos, a proibição se estende até se for ao ar livre. A vereadora afirma que a primeira alteração proposta busca, entre outros pontos, preservar a saúde do fumante. “A concepção sobre o ambiente para fumar está mudando”, afirma Marly. Em relação à penalidade adicionada, a vereadora justifica que é uma forma de fazer com que os comerciantes respeitem a lei e exijam o mesmo dos freqüentadores, atribuindo aplicabilidade à legislação. O Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Maringá tomou conhecimento sobre as alterações aprovadas na tarde desta quarta-feira. Segundo Luziane Pedroso de Almeida, advogada do Sindicato, a diretoria deve se reunir na próxima semana para discutir o assunto. Se a redação for aprovada nesta quinta-feira, o projeto de alteração será encaminhado para o prefeito Sílvio Barros (PP), podendo ser sacionado ou vetado. Nesse último caso, a proposta volta para a Câmara Municipal, onde os vereadores apreciarão o veto do prefeito. O Diário do Norte do Paraná, em 06/08/08 |