Fiquei encantada ao ler o artigo intitulado "Ainda o cigarro", escrito por
Luci de Castro Oliveira. Parecia estar lendo algo escrito por mim, não
discordando em nada do que ali estava escrito.
Tenho a mesma atitude de
evitar lugares, digamos assim, enfumaçados e, apesar de adorar sair com o meu
marido para dançar, muitas vezes abrimos mão deste prazer, pois só conhecemos um
lugar onde é proibido fumar e este fica no Cassino. Acho inconcebível alguém
sair de sua casa de banho tomado, arrumada e perfumada para retornar, impregnada
pelo cheiro de fumaça de cigarro, sem falar no mal que acarreta à nossa
saúde.
Cansada disso, gostaria que alguém me respondesse, por meio deste
conceituado jornal, para que eu e mais pessoas soubéssemos como agir e a quem
recorrer quando a Lei Federal n° 9294/96, que proíbe o fumo em locais fechados,
for desrespeitada e não adiantar falar com o proprietário do estabelecimento ou
com o próprio fumante?
Algum órgão compareceria para fazer cumprir a lei? Ou estaríamos dependendo do bom uso da consciência de quem não a possui?
Leis que só ficam no papel temos muitas. Fico aqui esperando um esclarecimento.
Conceição Porto - microempresária
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